A 9ª Pesquisa Hábitos do Produtor Rural, da ABMRA (Associação Brasileira de Marketing Rural e Agronegócio), ouviu 3.100 produtores em 16 estados, com 280 perguntas aplicadas presencialmente. Os primeiros números, divulgados em setembro de 2025, mostram um campo muito mais conectado do que muitas empresas imaginam.
Há pouco mais de uma década, a internet chegava a 39% das propriedades. Hoje chega a 98%, em muitos casos só pelo celular.
Os números que importam para quem vende ao produtor
96% dos produtores usam o WhatsApp para buscar informações em decisões de negócio.
Os sites de busca passaram de 49% para 84% como fonte de informação.
Os sites especializados do setor subiram de 35% para 66%.
61% usam o YouTube como canal de orientação.
A TV aberta segue relevante, mas caiu de 95% para 80%.
O que isso muda na comunicação
WhatsApp é relacionamento, não disparo em massa. O produtor lê o que vem de quem ele conhece: o representante, o técnico, a revenda. Conteúdo curto, útil e no momento certo da safra vale mais que promoção repetida.
Se o produtor procura no Google, a sua empresa precisa ser encontrada. Site atualizado e conteúdo que responde dúvidas reais de manejo, produto e safra viram porta de entrada para novos clientes.
Vídeo explica melhor que folder. Demonstração em campo, depoimento de produtor e técnico explicando um resultado convencem mais do que peça institucional.
TV e rádio ainda contam. Para alcance regional e credibilidade, os meios tradicionais seguem fortes. O digital complementa, não substitui.
Verdade antes de tudo
Produtor conhece a lavoura melhor do que ninguém. Comunicação do agro que funciona mostra resultado real, gente real e linguagem direta. Promessa exagerada se desfaz na primeira conversa de porteira.
A Lince tem o agro como prioridade e ajuda empresas do setor a planejar presença digital, conteúdo e relacionamento com o produtor. Se a sua marca ainda fala com o campo como há dez anos, vale rever o plano antes da próxima safra.
